Hum, cansaço.
A semana toda correndo com documentação, preparativos, malas. E a necessidade de vadiar horas na net, intransponível.
6 horas dentro de ônibus e pelo menos mais duas esperando o próximo passar, até às 17:30 eu tinha que estar no Goethe, teste e matrícula.
E quem disse que somos só mais um nessa metrópole de não sei quantos milhões de habitantes?
O paulistano fala com vc, te ajuda na direção certa do metrô, te grita e te faz voltar porque viu que vc foi pelo lado errado. Reclama com o motorista do ônibus por causa do barulho chato que te atrapalha a atender o celular.
É o cobrador que te fala q é pra vc sentar e ir descansando as pernas, é o passageiro que vai descer e te cutuca pra vc sentar no lugar dele, é a senhora com seus pelo menos 60 anos que conta para a garota q ouve atenta sobre as "três conduções" que usa todos os dias pra ir trabalhar.
É São Paulo.
E sou eu que leva cantada desavisada na rua, que devolve o troco a mais no posto de gasolina e ouve mil vezes da dona do estabelecimento "Parabéns, parabéns, o mundo precisa de mais gente como vc".
Sou eu, é São Paulo. I D E N T I F I C A Ç Ã O. Planos e projetos para um futuro próximo.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Eu acredito em (e conheço!!) homens de verdade
1 . Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
R.: Boato.
2. O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em zigue-zague pelo jardim?
R.: Continuar a atirar.
3. Pesquisadoras descobriram por que Moisés ficou andando 40 anos no deserto com o povo de Israel:
R.: Um homem nunca pergunta o caminho.
4. Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
R.: Porque nunca saem da puberdade.
5. Qual é a definição masculina de uma noitada romântica?
R.: Sexo.
6. O que se diz de um homem que quer sexo no segundo encontro?
R.: É particularmente lento. 00:25
7. Como saber se um homem está mentindo?
R.: Seus lábios se mexem.
8. Como um homem chama o amor verdadeiro?
R.: Ereção.
9. Qual a semelhança entre o homem e o golfinho?
R.: Dizem que ambos são inteligentes, mas nunca se provou.
10. Por que as mulheres não querem mais se casar?
R.: Porque não é justo. Imagine por causa de 100 gramas de lingüiça ter que levar o porco inteiro.
11. Por que não existe um homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo tempo?
R.: Porque seria mulher.
12. Antigamente, quando uma moça conhecia um rapaz gentil e educado perguntava logo se era solteiro...
R.: Hoje, pergunta se é viado..
R.: Boato.
2. O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em zigue-zague pelo jardim?
R.: Continuar a atirar.
3. Pesquisadoras descobriram por que Moisés ficou andando 40 anos no deserto com o povo de Israel:
R.: Um homem nunca pergunta o caminho.
4. Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
R.: Porque nunca saem da puberdade.
5. Qual é a definição masculina de uma noitada romântica?
R.: Sexo.
6. O que se diz de um homem que quer sexo no segundo encontro?
R.: É particularmente lento. 00:25
7. Como saber se um homem está mentindo?
R.: Seus lábios se mexem.
8. Como um homem chama o amor verdadeiro?
R.: Ereção.
9. Qual a semelhança entre o homem e o golfinho?
R.: Dizem que ambos são inteligentes, mas nunca se provou.
10. Por que as mulheres não querem mais se casar?
R.: Porque não é justo. Imagine por causa de 100 gramas de lingüiça ter que levar o porco inteiro.
11. Por que não existe um homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo tempo?
R.: Porque seria mulher.
12. Antigamente, quando uma moça conhecia um rapaz gentil e educado perguntava logo se era solteiro...
R.: Hoje, pergunta se é viado..
Humano, demasiado humano
"... und wer etwas von den Folgen erräth, die in jedem tiefen Verdachte liegen, etwas von den Frösten und Aengsten der Vereinsamung, zu denen jede unbedingte Verschiedenheit des Blicks den mit ihr Behatteten verurtheilt, wird auch verstehen, wie oft ich zur Erholung von mir, gleichsam zum zeitweiligen Selbstvergessen, irgendwo unterzutreten suchte - in irgend einer Verehrung oder Feindschaft oder Wissenschaftlichkeitoder Leichtfertigkeit oder Dummheit; auch warum ich, wo ich nicht fand, was ich brauchte, es mir künstlich erzwingen, zurecht fälschen, zurecht dichten musste ( -und was haben Dichter je anderes gethan? und wozu wäre alle kunstin der Welt da?). Was ich aber immer wieder am nöthingsten brauchte, zu meiner Kur und Selbstwiederherstellung, das war der Glaube, nicht dergestalt einzel zu sein, einzeln zu sehn, - ein zauberhalfter Argwonh von Verwandtschaft, eine Blinheit zu Zweien ohne Verdacht und Fragezeichen, ein Genuss an Vordergründen, Oberflächen, Nahem, Nächstem, an Allem, was Farbe, Haut und Scheinbarkeit hat."
(Menschliches, Allzumenschliches - Ein Buch für freie Geister. Friedrich Nietzsche, 1886)
Ou seja (cerveja!):
"... e quem adivinha ao menos em parte as conseqüências de toda profunda suspeita, os calafrios e angústias do isolamento, a que toda incondicional diferença do olhar condena quem dela sofre, compreenderá também com que freqüência, para me recuperar de mim, como para esquecer-me temporariamente, procurei abrigo em algum lugar- em alguma adoração, alguma inimizade, leviandade, cientificidade ou estupidez; e também por que, onde não encontrei o que precisava, tive que obtê-lo à força de artifício, de falsificá-lo e criá-lo poeticamente para mim (- que outra coisa fizeram sempre os poetas? Para que serve toda a arte que há no mundo?). Mas o que sempre necessitei mais urgentemente,para minha cura e restauração própria, foi a crença de não ser de tal modo solitário, de não ver assim solitariamente - uma mágica intuição de semelhança e afinidade de olhar e desejo, um repousar na confiança da amizade,uma cegueira a dois sem interrogação nem suspeita, uma fruição de primeiros planos, de superfícies, do que é próximo e está perto, de tudo o que tem cor, pele e aparência."
(Humano, demasiado humano. Um livro para espíritos livres, Friedrich Nietzsche, 1886)
(Menschliches, Allzumenschliches - Ein Buch für freie Geister. Friedrich Nietzsche, 1886)
Ou seja (cerveja!):
"... e quem adivinha ao menos em parte as conseqüências de toda profunda suspeita, os calafrios e angústias do isolamento, a que toda incondicional diferença do olhar condena quem dela sofre, compreenderá também com que freqüência, para me recuperar de mim, como para esquecer-me temporariamente, procurei abrigo em algum lugar- em alguma adoração, alguma inimizade, leviandade, cientificidade ou estupidez; e também por que, onde não encontrei o que precisava, tive que obtê-lo à força de artifício, de falsificá-lo e criá-lo poeticamente para mim (- que outra coisa fizeram sempre os poetas? Para que serve toda a arte que há no mundo?). Mas o que sempre necessitei mais urgentemente,para minha cura e restauração própria, foi a crença de não ser de tal modo solitário, de não ver assim solitariamente - uma mágica intuição de semelhança e afinidade de olhar e desejo, um repousar na confiança da amizade,uma cegueira a dois sem interrogação nem suspeita, uma fruição de primeiros planos, de superfícies, do que é próximo e está perto, de tudo o que tem cor, pele e aparência."
(Humano, demasiado humano. Um livro para espíritos livres, Friedrich Nietzsche, 1886)
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Gente que se revela humana
olá, Bárbara,
espero que tudo dê certo no px exame, com o Jaime ou com outro, pois
seu projeto está de fato maduro. Sobre as "lacunas" de formação, quem não
as tem? (Não vale dizer que os da USP estão isentos disso!)
(...)
Com um abraço do
Tom
(Meu ex-orientador de IC na graduação)
espero que tudo dê certo no px exame, com o Jaime ou com outro, pois
seu projeto está de fato maduro. Sobre as "lacunas" de formação, quem não
as tem? (Não vale dizer que os da USP estão isentos disso!)
(...)
Com um abraço do
Tom
(Meu ex-orientador de IC na graduação)
terça-feira, 3 de julho de 2007
Querido Diário, ich bin Mittelstufen Eins
Estive ontem em São Carlos.
Naquele ônibus de sempre, eu sempre atrasada, a pessoa do meu lado encostando-se em mim e o cobrador conversando alto com um cego que dizia que a molecada "curte pra caramba" e atrapalhando minha sesta.
Tive que "passear" um pouco pela cidade até achar a escola. Garrafinha de água inseparável esquecida (hábito desde vestibulanda que uma vez fui), entrei na loja de conveniência de um posto para comprar uma. Escolhi uma pela embalagem, claro, visto que água em geral é tudo igual. Exceto por aquela marca, como era mesma o nome? Aquela com gosto de carne, Porto Alegre, 2004, Fórum Social Mundial, seca do rio Guaíba e chuveiro aberto e frio. Enganei-me. Odeio água com gás. Dane-se a tampinha bonitinha e vermelha.
Chegando lá, tive que esperar uns minutinhos. O suficiente pra sentar num sofá vermelho ultra kitsch contrastando com o azul do balcão uniforme da franquia. E, bebendo água com gás na garrafinha de tampa vermelha, senti-me kitsch também.
Aí o coordenador chegou e me explicou, com um sotaque indefinível e quase já perdido de todo, como funcionava o teste: 120 minutos, 120 questões. Acertas pelo menos 30 da primeira parte senão danças, confusão. Ok, boa sorte, obrigada, eu sozinha na sala. Uau, pensei, se soubesse tinha trazido um dicionário. Mas o tempo para fazer é curto e sequer permite muitos devaneios, no máximo desligar o ar condicionado que estava no talo.
Fácil, dúvida numas 3 questões das 45 primeiras, segunda parte fácil, algum probleminha aqui e ali, claro, merda, porque não estudei mais? Terceira parte, idem. Fim do tempo.
Posso deixar meu currículo? Claro, vc pode preencher uma ficha? Claro, lá vou eu. Dados pessoais, pratica esportes, qual, o que faz no seu tempo livre? Uau, só faltou perguntar meu orkut, se tenho blog e a cor da minha calcinha (branca).
Depois, umas 5 folhas, cada uma com um tema de uma redação do tipo "qual a importância da educação?" e " o que posso fazer para contribuir com a formação do meu aluno?" e etc etc etc ad infinitum. Detalhe: na língua que vc dá aula. Fritados os neurônios em alemão, bora apertar a tecla sap do francês. Vontade dum cigarro, pensei de 5 em 5 minutos, até terminar. Acabei, obrigada, passe aqui às 5:30 que já te entrego o resultado, ok, obrigada, tchau. Entre a esquina que a escola ficava e o atravessar a rua acendendo o cigarro, falei sozinha comigo mesma em três línguas diferentes, o que me fez pensar que estou me tornando uma trilíngue (troglodita?) maluca.
Entrego outro currículo. Sim, vamos precisar. Uau, nunca precisa, até te ligarem desesperados, risos, horários disponíveis? Etc, etc, etc. Não precisa preencher uma ficha? Nossa que ótimo! Não mesmo? Ótimo. Cigarro, cigarro, cigarro! Ligo pro George e passo a entrada da USP, o que me faz lembrar que, nossa, faz meses que não ando nessa cidade, talvez até mais de 12.
USP. O papo daqueles exatos não passa muito de "o x era -1 e o x2,1". Passo por uma planta de forma fálica não ereta ao mesmo tempo que passam por mim três caras e quase só isso que tem naquele lugar. Caras, digo, e não plantas de forma fálica não ereta.
E como eles são politicamente corretos! Andando com aquelas canecas laranja penduradas na mochila e usando aquelas camisetas mais amarelas que o sol de Araraquara e São Carlos juntos, país tropical.
Percalços depois, acho a Eny numa sala comentando o seminário recém apresentado sobre calcificação de sei lá o que formação rochosa, zinco e o caramba, o que me faz pensar que meus seminários sobre Hilda Hilst e Modalidades do Português Cabo-Verdiano parecem muito mais humanos e interessantes. "Tudo é água", diz minha tia baixinha e braba dentro da sala, " Oxidação" e etc etc etc ad infinitum!
Que cheiro filhadaputa de cigarro, diz ela e eu respondo com uma risada alta todos olham e seguimos. Papo de sempre, não, não passei mesmo, teu colega achou minhas lacunas intransponíveis, não quer trabalhar, diz ela e eu concordo. Goethe de novo,uau, bolsa pra Alemanha, será q consigo, jura? Que legal! Aquilo é lindo demais, e Paris, ali na região do Moulin Rouge só tem PUTARIA , ahahahahahaha , a tia baixinha e braba falou P U T A R I A, com todas as letras, toc, toc, toc, oi professora, vim entregar o relatório, ok, obrigada. Faz o doutorado na Alemanha, faz mestrado rápido em 2 anos no máximo, mas não depende só de mim, minhas lacunas estão cada vez mais intransponíveis com esse troço de ganhar bolsa pela quarta vez pra estudar alemão, um dia termino e fico fluente e daí já é hora de morrer ou tá, já passou da hora, 6 de agosto abre inscrição e tento de novo. Deixa eu ir, tchau, pára de fumaaaaarr! Tá, tchau, beijo.
Corro até a escola tanto que até esqueço de fumar, ou talvez sejam mesmo os conselhos exaustivamente repetidos e já gravados no inconsciente. Qual seu nome, assina aqui, o envelope fechado e a ansiedade. Já na rua , M1. Ok, o ideal seria mesmo M2, se eu tivesse estudado, mas uau, enfim, subi três níveis desde a última vez e isso foi há exato 1 ano.
E bora voltar para a vidinha de Araraquara, 40 minutos depois.
Naquele ônibus de sempre, eu sempre atrasada, a pessoa do meu lado encostando-se em mim e o cobrador conversando alto com um cego que dizia que a molecada "curte pra caramba" e atrapalhando minha sesta.
Tive que "passear" um pouco pela cidade até achar a escola. Garrafinha de água inseparável esquecida (hábito desde vestibulanda que uma vez fui), entrei na loja de conveniência de um posto para comprar uma. Escolhi uma pela embalagem, claro, visto que água em geral é tudo igual. Exceto por aquela marca, como era mesma o nome? Aquela com gosto de carne, Porto Alegre, 2004, Fórum Social Mundial, seca do rio Guaíba e chuveiro aberto e frio. Enganei-me. Odeio água com gás. Dane-se a tampinha bonitinha e vermelha.
Chegando lá, tive que esperar uns minutinhos. O suficiente pra sentar num sofá vermelho ultra kitsch contrastando com o azul do balcão uniforme da franquia. E, bebendo água com gás na garrafinha de tampa vermelha, senti-me kitsch também.
Aí o coordenador chegou e me explicou, com um sotaque indefinível e quase já perdido de todo, como funcionava o teste: 120 minutos, 120 questões. Acertas pelo menos 30 da primeira parte senão danças, confusão. Ok, boa sorte, obrigada, eu sozinha na sala. Uau, pensei, se soubesse tinha trazido um dicionário. Mas o tempo para fazer é curto e sequer permite muitos devaneios, no máximo desligar o ar condicionado que estava no talo.
Fácil, dúvida numas 3 questões das 45 primeiras, segunda parte fácil, algum probleminha aqui e ali, claro, merda, porque não estudei mais? Terceira parte, idem. Fim do tempo.
Posso deixar meu currículo? Claro, vc pode preencher uma ficha? Claro, lá vou eu. Dados pessoais, pratica esportes, qual, o que faz no seu tempo livre? Uau, só faltou perguntar meu orkut, se tenho blog e a cor da minha calcinha (branca).
Depois, umas 5 folhas, cada uma com um tema de uma redação do tipo "qual a importância da educação?" e " o que posso fazer para contribuir com a formação do meu aluno?" e etc etc etc ad infinitum. Detalhe: na língua que vc dá aula. Fritados os neurônios em alemão, bora apertar a tecla sap do francês. Vontade dum cigarro, pensei de 5 em 5 minutos, até terminar. Acabei, obrigada, passe aqui às 5:30 que já te entrego o resultado, ok, obrigada, tchau. Entre a esquina que a escola ficava e o atravessar a rua acendendo o cigarro, falei sozinha comigo mesma em três línguas diferentes, o que me fez pensar que estou me tornando uma trilíngue (troglodita?) maluca.
Entrego outro currículo. Sim, vamos precisar. Uau, nunca precisa, até te ligarem desesperados, risos, horários disponíveis? Etc, etc, etc. Não precisa preencher uma ficha? Nossa que ótimo! Não mesmo? Ótimo. Cigarro, cigarro, cigarro! Ligo pro George e passo a entrada da USP, o que me faz lembrar que, nossa, faz meses que não ando nessa cidade, talvez até mais de 12.
USP. O papo daqueles exatos não passa muito de "o x era -1 e o x2,1". Passo por uma planta de forma fálica não ereta ao mesmo tempo que passam por mim três caras e quase só isso que tem naquele lugar. Caras, digo, e não plantas de forma fálica não ereta.
E como eles são politicamente corretos! Andando com aquelas canecas laranja penduradas na mochila e usando aquelas camisetas mais amarelas que o sol de Araraquara e São Carlos juntos, país tropical.
Percalços depois, acho a Eny numa sala comentando o seminário recém apresentado sobre calcificação de sei lá o que formação rochosa, zinco e o caramba, o que me faz pensar que meus seminários sobre Hilda Hilst e Modalidades do Português Cabo-Verdiano parecem muito mais humanos e interessantes. "Tudo é água", diz minha tia baixinha e braba dentro da sala, " Oxidação" e etc etc etc ad infinitum!
Que cheiro filhadaputa de cigarro, diz ela e eu respondo com uma risada alta todos olham e seguimos. Papo de sempre, não, não passei mesmo, teu colega achou minhas lacunas intransponíveis, não quer trabalhar, diz ela e eu concordo. Goethe de novo,uau, bolsa pra Alemanha, será q consigo, jura? Que legal! Aquilo é lindo demais, e Paris, ali na região do Moulin Rouge só tem PUTARIA , ahahahahahaha , a tia baixinha e braba falou P U T A R I A, com todas as letras, toc, toc, toc, oi professora, vim entregar o relatório, ok, obrigada. Faz o doutorado na Alemanha, faz mestrado rápido em 2 anos no máximo, mas não depende só de mim, minhas lacunas estão cada vez mais intransponíveis com esse troço de ganhar bolsa pela quarta vez pra estudar alemão, um dia termino e fico fluente e daí já é hora de morrer ou tá, já passou da hora, 6 de agosto abre inscrição e tento de novo. Deixa eu ir, tchau, pára de fumaaaaarr! Tá, tchau, beijo.
Corro até a escola tanto que até esqueço de fumar, ou talvez sejam mesmo os conselhos exaustivamente repetidos e já gravados no inconsciente. Qual seu nome, assina aqui, o envelope fechado e a ansiedade. Já na rua , M1. Ok, o ideal seria mesmo M2, se eu tivesse estudado, mas uau, enfim, subi três níveis desde a última vez e isso foi há exato 1 ano.
E bora voltar para a vidinha de Araraquara, 40 minutos depois.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
domingo, 1 de julho de 2007
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