
"Não esquecer que por enquanto é tempo de morangos. Sim."
Porque Caio Fernando Abreu, ao terminar "um livro amargo como Morangos Mofados", o fez com um "Sim", retomando Clarice Lispector, que antes já o fizera em "A hora da estrela". É ainda a flor de lótus que carrego nas costas, que a cada novo amanhecer, emerge e floresce novamente"
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